Acordei com umas mazelas físicas e uns contratempos tão chatos que basicamente me apetece dizer: ‘há dias do caraças!’. Mas como fui aprendendo a funcionar em modo survivor, basicamente a ideia é descontrair e não me ralar muito, que tudo acabará, mais tarde ou mais cedo, por ir ao lugar. [isto há sensivelmente dois anos era inédito em mim] 
 Se ainda não chegaram a este estado de resignação quase otimismo, pensem que, para manter a sanidade (mental), às vezes é preciso. 
 Só às vezes. E desde que não dure ad eternum. 
 Mudando de assunto: h á por aí umas coisas giras a anunciar.   
  Sabiam que a  ligação a Monsanto  já está terminada e que podem ir pensando num percurso a pé, correndo, de bicicleta, skate, etc, a partir do Parque Eduardo VII? Na imagem, via Lisboa Cultural.  
  Outra coisa gira é o   programa para enamorados  , também pelas ruas e ‘instalações’ de Lisboa. Vejam se vos interessa.      
  Não vou também deixar de passar pelo   Teatro Rápido  , com especial curiosidade pela peça ‘Onde é que estavas quando te vi pela última vez’, com interpretação de Lídia Muñoz.  
  Vi a Lídia (atriz) na estreia de ‘Comboio da Madrugada’, ao lado da avó, Eunice Muñoz.   
  Lembro-me de ter gostado desta peça de Tennessee Williams, apresentada em Cascais há dois anos e sobre a qual escrevi depois.  
  Fiquei, a partir de então, com vontade de perceber melhor o género da Lídia (atriz), neta de Eunice Muñoz. Há sempre uma curiosidade subjacente aos filhos, netos, dos bons (grandes) atores.  
  Uma espécie de compromisso deles em relação a nós e de nós para com eles, que aumenta a crença e que adia quase sempre a desilusão - se eventualmente chegar.   
  Nestas coisas acho que é importante formar uma opinião pessoal, livre do resto - que é sempre tanto.      
  Ficam as propostas.   
  Aproveitem! 

Acordei com umas mazelas físicas e uns contratempos tão chatos que basicamente me apetece dizer: ‘há dias do caraças!’. Mas como fui aprendendo a funcionar em modo survivor, basicamente a ideia é descontrair e não me ralar muito, que tudo acabará, mais tarde ou mais cedo, por ir ao lugar. [isto há sensivelmente dois anos era inédito em mim]

Se ainda não chegaram a este estado de resignação quase otimismo, pensem que, para manter a sanidade (mental), às vezes é preciso.

Só às vezes. E desde que não dure ad eternum.

Mudando de assunto: há por aí umas coisas giras a anunciar. 

Sabiam que a ligação a Monsanto já está terminada e que podem ir pensando num percurso a pé, correndo, de bicicleta, skate, etc, a partir do Parque Eduardo VII? Na imagem, via Lisboa Cultural.

Outra coisa gira é o programa para enamorados, também pelas ruas e ‘instalações’ de Lisboa. Vejam se vos interessa. 

Não vou também deixar de passar pelo Teatro Rápido, com especial curiosidade pela peça ‘Onde é que estavas quando te vi pela última vez’, com interpretação de Lídia Muñoz.

Vi a Lídia (atriz) na estreia de ‘Comboio da Madrugada’, ao lado da avó, Eunice Muñoz.

Lembro-me de ter gostado desta peça de Tennessee Williams, apresentada em Cascais há dois anos e sobre a qual escrevi depois.

Fiquei, a partir de então, com vontade de perceber melhor o género da Lídia (atriz), neta de Eunice Muñoz. Há sempre uma curiosidade subjacente aos filhos, netos, dos bons (grandes) atores.

Uma espécie de compromisso deles em relação a nós e de nós para com eles, que aumenta a crença e que adia quase sempre a desilusão - se eventualmente chegar. 

Nestas coisas acho que é importante formar uma opinião pessoal, livre do resto - que é sempre tanto.    

Ficam as propostas.

Aproveitem!