Comia o gnocco fritto modenese servido com cappuccino - uma espécie de brunch típico, ‘mangável’ das 7h às 13h (nunca à tarde) - ontem, no melhor café para se comer gnocco em Modena, o TIFFANY. É daqueles que nem se dá por eles - visualmente não atrai assim tanto -, mas que na volta é do melhor. Esses mesmo. Peguei depois no La Republicca (corrijo: fui levada a pegar porque estavam a lê-lo ao pé de mim), e procurei inteirar-me das eleições municipais votadas há dois dias em Itália. Modena não incluída. Facto: centro-esquerda ganha terreno. Nomeadamente o Partido Democrático. Antigo Partido Comunista (fazendo a analogia com Portugal). O mesmo que governa Modena, que integra uma das regiões mais ricas e ‘empregáveis’ de Itália, há já bastante (muito) tempo. Povo da Liberdade (PDL, partido de Berlusconi) sofreu uma queda de aproximadamente 10% em algumas cidades (exemplo: Génova, Parma, Avigliana - província de Turim). Curioso. Em Modena, explicaram-me, grande parte das empresas funcionam (ainda) como cooperativas. Mais ou menos isto: os trabalhadores são os próprios patrões. E sabiam que a cidade, para além de visivelmente rica (como já mencionei), é também uma das que melhor funcionam na Itália? E esta, hum? Facto: os meus comentários são totalmente apartidários, porque eu própria sou apartidária, e as únicas afinidades políticas que poderão reconhecer-me serão com Clara Ferreira Alves, porque acho que lhe subscrevia quase tudo (o que não signigica que seja do PS e tão pouco que tenha apoiado ‘o’ Sócrates; please!). Nota de rodapé: gostava de ouvir alguém a dissertar sobre isto (supostamente incompatível) no nosso Portugal: comunismo no governo e a ganhar terreno, riqueza e prosperidade. A esquerda é tão para lá de massacrada por nós, portugueses (no geral), que gostava.  

Comia o gnocco fritto modenese servido com cappuccino - uma espécie de brunch típico, ‘mangável’ das 7h às 13h (nunca à tarde) - ontem, no melhor café para se comer gnocco em Modena, o TIFFANY. É daqueles que nem se dá por eles - visualmente não atrai assim tanto -, mas que na volta é do melhor. Esses mesmo. Peguei depois no La Republicca (corrijo: fui levada a pegar porque estavam a lê-lo ao pé de mim), e procurei inteirar-me das eleições municipais votadas há dois dias em Itália. Modena não incluída. Facto: centro-esquerda ganha terreno. Nomeadamente o Partido Democrático. Antigo Partido Comunista (fazendo a analogia com Portugal). O mesmo que governa Modena, que integra uma das regiões mais ricas e ‘empregáveis’ de Itália, há já bastante (muito) tempo. Povo da Liberdade (PDL, partido de Berlusconi) sofreu uma queda de aproximadamente 10% em algumas cidades (exemplo: Génova, Parma, Avigliana - província de Turim). Curioso. Em Modena, explicaram-me, grande parte das empresas funcionam (ainda) como cooperativas. Mais ou menos isto: os trabalhadores são os próprios patrões. E sabiam que a cidade, para além de visivelmente rica (como já mencionei), é também uma das que melhor funcionam na Itália? E esta, hum? Facto: os meus comentários são totalmente apartidários, porque eu própria sou apartidária, e as únicas afinidades políticas que poderão reconhecer-me serão com Clara Ferreira Alves, porque acho que lhe subscrevia quase tudo (o que não signigica que seja do PS e tão pouco que tenha apoiado ‘o’ Sócrates; please!). Nota de rodapé: gostava de ouvir alguém a dissertar sobre isto (supostamente incompatível) no nosso Portugal: comunismo no governo e a ganhar terreno, riqueza e prosperidade. A esquerda é tão para lá de massacrada por nós, portugueses (no geral), que gostava.