Contrariando toda e qualquer tendência das tachas, dos picos (é assim que se chamam?) irritantes que se multiplicam por todo o lado e já não é só nas botas - é vê-los nos ombros das camisolas, nas golas das camisas, … enfim! A mim não me apetece nada disso. Só isto. Regressar alguns anos atrás e lembrar-me das botas estilo cavaleiro (curtinhas e em pele - da boa! -, sem grandes apetrechos, mas com um corte excelente e estilo intemporal). Daquelas (botas) que vi a minha mãe usar, daquelas que tive em miúda e daquelas que não cansam. E duram. Porque hoje, se calhar ligeiramente mais que antes, os investimentos devem valer a pena e ser dos que perduram (no tempo). Gosto destas botas meio masculinas. Gosto da elegância que existe na sua simplicidade. Gosto que não digam nada em concreto sozinhas, mas que devidamente coordenadas com o resto tornem essa simplicidade imprescindível e sofisticada. A graça das coisas está precisamente aí. Estas, são Aigle e Marc O’Polo (as preferidas) e CostaCosta, na Spartoo. Deixo-vos alguns exemplos de mix&match giros com os quais facilmente as conjugaria: a tendência do fato padrão (calça+casaco sempre - chic) desconstruído pela tshirt (cool) e restantes acessórios; a sweet fofa e confortável (cool) com a saia em tricot (chic).

As imagens são vogue.co.uk.