Escreve-se que é o livro que está na berra - daqueles que causam alvoroço entre as celebridades loucas, género Victoria Beckham e Sienna Miller (não quero, e jamais, serei cúmplice da traição, mas quuuuuase se percebe por que é que o Jude Law trocou a Sienna pela ama…). Adiante. Seja como for, é o último grito em termos de dieta e aconselhamento saudável. O mais ‘engraçado’ é que este livro ensina a comer bem para perder peso, sem grandes restrições - ou, pelo menos, sem restrições de paladar. Ao que consta, a comida continua a ser deliciosa. Quando li a propósito, fiz automaticamente esta pergunta: e? há novidade nisso? O problema deve ser americano e estendeu-se aos demais, mas… haverá ainda quem considere que para comer bem é preciso comer muito e não fugir ao sabor do queijo nas pizzas, das massas em bechamel e afins? Será possível que isto seja - ainda - statement?! Não sei. Creio que tive a sorte de, em casa, ter uma educação alimentar que me fez gostar de sopa (mais do que de bife e batatas fritas), peixe e vegetais, e de aprender a fazer com eles pratos deliciosos; puxando um bocadinho pela criatividade, claro. E é a isso que, na verdade, acho mais piada na cozinha. Experimentar, testar, conceber coisas diferentes com ingredientes tão nossos e naturais: o azeite, o alho, a cebola, o limão (e o que tenho aproveitado o limão nos últimos tempos!). Para mim, os pratos em que consigo sentir o sabor dos alimentos - e temperos - sempre me souberam melhor do que aqueles envoltos em molhos. Acho que o segredo da dieta (saudável) está aqui. E agradeço a quem me ensinou e incutiu aquilo - isto - que hoje é para mim tão natural, e não me exige esforço nenhum. Antes pelo contrário. Dicas: esta semana refoguei peitos de frango com nabiças e juntei-lhes sumo de limão. Comi com uma colher de arroz de cenoura e bróculos; ainda esta semana, grelhei uma dourada e acompanhei com um refogado de courgetes e ervilhas, a que juntei um bocadinho de queijo mozzarella - nunca tinha experimentado e o resultado até que me surpreendeu. Os temperos para ambos os casos não variaram muito: alho, cebola, azeite, limão, vinagre, às vezes pimenta.  É criar! Ainda a propósito de livros, dei uma vista d’olhos atenta ao ‘Velocidade Colher - Entre tachos e Bimby’ e… adorei! Aconselho vivamente a comprarem - mesmo para quem não tem bimby porque serve perfeitamente - e a seguirem o blog da autora. 

Escreve-se que é o livro que está na berra - daqueles que causam alvoroço entre as celebridades loucas, género Victoria Beckham e Sienna Miller (não quero, e jamais, serei cúmplice da traição, mas quuuuuase se percebe por que é que o Jude Law trocou a Sienna pela ama…). Adiante.

Seja como for, é o último grito em termos de dieta e aconselhamento saudável. O mais ‘engraçado’ é que este livro ensina a comer bem para perder peso, sem grandes restrições - ou, pelo menos, sem restrições de paladar. Ao que consta, a comida continua a ser deliciosa.

Quando li a propósito, fiz automaticamente esta pergunta: e? há novidade nisso?

O problema deve ser americano e estendeu-se aos demais, mas… haverá ainda quem considere que para comer bem é preciso comer muito e não fugir ao sabor do queijo nas pizzas, das massas em bechamel e afins? Será possível que isto seja - ainda - statement?!

Não sei. Creio que tive a sorte de, em casa, ter uma educação alimentar que me fez gostar de sopa (mais do que de bife e batatas fritas), peixe e vegetais, e de aprender a fazer com eles pratos deliciosos; puxando um bocadinho pela criatividade, claro.

E é a isso que, na verdade, acho mais piada na cozinha.

Experimentar, testar, conceber coisas diferentes com ingredientes tão nossos e naturais: o azeite, o alho, a cebola, o limão (e o que tenho aproveitado o limão nos últimos tempos!).

Para mim, os pratos em que consigo sentir o sabor dos alimentos - e temperos - sempre me souberam melhor do que aqueles envoltos em molhos.

Acho que o segredo da dieta (saudável) está aqui. E agradeço a quem me ensinou e incutiu aquilo - isto - que hoje é para mim tão natural, e não me exige esforço nenhum. Antes pelo contrário.

Dicas: esta semana refoguei peitos de frango com nabiças e juntei-lhes sumo de limão. Comi com uma colher de arroz de cenoura e bróculos; ainda esta semana, grelhei uma dourada e acompanhei com um refogado de courgetes e ervilhas, a que juntei um bocadinho de queijo mozzarella - nunca tinha experimentado e o resultado até que me surpreendeu. Os temperos para ambos os casos não variaram muito: alho, cebola, azeite, limão, vinagre, às vezes pimenta. 

É criar!

Ainda a propósito de livros, dei uma vista d’olhos atenta ao ‘Velocidade Colher - Entre tachos e Bimby’ e… adorei! Aconselho vivamente a comprarem - mesmo para quem não tem bimby porque serve perfeitamente - e a seguirem o blog da autora