Foi a minha irmã quem me lembrou estas fotos. Andávamos a pesquisar e páramos no batizado do meu sobrinho. E eis que deparo comigo de cabelo comprido - mais morena também, mas esta pelinha já tinha apanhado sol nesta altura - e sinto saudades. As mulheres têm, de facto, uma relação ‘estranha’ com o seu cabelo, como têm também com as suas mãos, com os seus pés (já para não falar do corpo, claro). Quem não percebe o que escrevo é porque ainda não chegou lá - chegará, com o tempo. (e nada disto remete para qualquer tipo de obsessão; apenas para um estado mais ou menos crónico de preocupação e saudade; uma coisa ligeiramente complicada - como nós - e difícil de explicar).   (eu) Não estava muito diferente nesta altura. Cabelo mais comprido, apenas. De há uns meses para cá que não lhe toco para deixar que regresse a este estado. Apetece-me. E agora, nos tempos mais próximos, até calha bem.  Não me lembrei destas fotografias exatamente pelo cabelo - comentámos, eu e a minha irmã, que estava bem assim; pouco mais. Lembrei-me antes pelo simbolismo e pela importância que atribuímos a certas coisas.  Como este jumpsuit em seda que trago vestido. Era da minha mãe e quis guardá-lo para mim e vesti-lo neste dia - ‘pormenores’.  Confesso até que me vai dar muito jeito, dada a tendência oriental que paira por aí - sobre a qual curiosamente escrevi hoje -, e de que me estou a tornar fã. Depois disto, vem o quimono. ;)  

Foi a minha irmã quem me lembrou estas fotos.

Andávamos a pesquisar e páramos no batizado do meu sobrinho.

E eis que deparo comigo de cabelo comprido - mais morena também, mas esta pelinha já tinha apanhado sol nesta altura - e sinto saudades.

As mulheres têm, de facto, uma relação ‘estranha’ com o seu cabelo, como têm também com as suas mãos, com os seus pés (já para não falar do corpo, claro). Quem não percebe o que escrevo é porque ainda não chegou lá - chegará, com o tempo.

(e nada disto remete para qualquer tipo de obsessão; apenas para um estado mais ou menos crónico de preocupação e saudade; uma coisa ligeiramente complicada - como nós - e difícil de explicar).  

(eu) Não estava muito diferente nesta altura. Cabelo mais comprido, apenas.

De há uns meses para cá que não lhe toco para deixar que regresse a este estado. Apetece-me. E agora, nos tempos mais próximos, até calha bem. 

Não me lembrei destas fotografias exatamente pelo cabelo - comentámos, eu e a minha irmã, que estava bem assim; pouco mais. Lembrei-me antes pelo simbolismo e pela importância que atribuímos a certas coisas. 

Como este jumpsuit em seda que trago vestido. Era da minha mãe e quis guardá-lo para mim e vesti-lo neste dia - ‘pormenores’

Confesso até que me vai dar muito jeito, dada a tendência oriental que paira por aí - sobre a qual curiosamente escrevi hoje -, e de que me estou a tornar fã.

Depois disto, vem o quimono. ;)