Na Emirates, as exigências são algumas - para além das já ultrapassadas nas etapas que ficaram para trás; segue-se sempre um suspiro de alívio ao ‘dizer’ isto. Não sei - ainda - exatamente porquê.

Tenho-me dedicado a lê-las no workbook que me foi entregue. À parte da secção ‘brain food’ que acho fantástica e que TODA a minha gente devia ler, parei na make-up/roupa/jóias. 

Ora, make-up não me falta. 

Mas o perfume ia-me faltando - o Love in White, Creed, cujas amostras me foram oferecidas às dezenas estava já, infelizmente, na última gota.   

Nesta coisa de perfumes sou semi-fiel, semi-curiosa. Ou seja, basicamente gosto de experimentar, mas fico sempre com pena que as pessoas não reconheçam a ‘minha’ fragância.

Não é tão bom relembrarmos alguém pelo cheiro, olfato, o que lhe quiseram chamar?

Eu acho que é. Portanto tenho sempre uma opinião dúbia quando me perguntam: mudo de perfume ou mantenho-me fiel ao meu eterno frasco?

A verdade é que não sei - façam o que vos apetecer na altura.

E a mim apeteceu-me mudar.

Achei que um Chanel (sim, ‘disse’ Chanel) estava bem: é clássico, menos comercial, quase sempre agradável e seguro.

Agora há o (Chance) verdinho, mais recente e com um cheiro simpático, mas preferi o Eau de Toilette, suave suave.

Depois, o relógio… pequeno, formal - e eu que sempre gostei de relógios grandes! 

Tive de me dedicar a procurá-lo. Tinha de ser barato e portanto fui às opções vintage, em segunda mão. A missão é ficar temporariamente bem servida. 

Palmilhei Lisboa por ele.

Mas encontrei e acho que de uma exigência nasceu uma paixão gira ;)

Estejam atentos aos mini-relógios. Não sei porquê, mas sinto que vão chegar em breve para equilibrar as coisas (exageros).  

O meu mostro-vos em breve :)

(o da imagem é só um exemplo).