No workshop a que (obrigada D) pude estar presente

Falaram-me de Personal Branding - como criar um nicho que te identifique, e cujo fortalecimento empenhado (algo entre a clareza e a consistência) te permita destacar - e perguntaram-me, a propósito e por analogia ‘Se fosses um vinho, que vinho serias?’. Da lista que me apresentaram, escolhi o Boas Vinhas. A descrição não a recordo toda agora (escrevo quase às 3 horas da manhã e isto terá terminado por volta das 20h30 de ontem) mas saltaram-me à vista características como a frescura, energia, elegância, o cacau (porque adoro chocolate), os frutos silvestres (porque também aprecio), o facto de acompanhar bem qualquer refeição e o de ser, por isso, uma aposta segura. Na verdade, acho que na minha vida - social e profissional - tenho sido sempre mais ou menos isto: uma pessoa que serve a todos de igual modo e que não faz distinções de género ou meio. Às vezes de caráter, mas só na vertente social. E não me arrependo. Porque tenho a certeza que isso me terá tornado alguém muito mais rico e não menos tolerante. Não sei se sou uma aposta segura, mas sei que jogo limpo e que me movem os meus ideais, mais do que quaisquer outros interesses. Agora, só me falta mesmo provar o Boas Vinhas. E de vinho gosto eu… 

P.S - Acho que estou com insónias.