O Presidente do Parlamento Europeu criticava há dias Portugal. Dizia que o excessivo investimento Angolano no país levar-nos-ia ao declínio - o que ele estava a querer dizer é que se Angola continuar a entrar como entra no país e a desbravá-lo da maneira que desbrava (sem limites democraticamente aceitáveis; mas, atenção, porque não lhe são impostos por quem de direito), um dia, a Europa, como nação, perderá a identidade). Nada a dizer. Nem sim nem sopas. Só o seguinte: que o país perca a identidade porque uma antiga colónia PORTUGUESA está a fazer o que em tempos TAMBÉM FIZEMOS (…não foi bem assim; fizemos pior), tenho as minhas dúvidas. Afinal, de alguma forma o passado persiste; e as raízes permanecem, ainda que se lhes exija alguma atualização. Mas nem sim nem sopas, que eu não ando a discutir no parlamento europeu. Sincera e honestamente, preocupa-me mais a China, ditadura, opressão, supressão de direitos, essas coisas que todos julgamos saber mas não sabemos (ainda). E ninguém fala nisso. Aposto que na EDP anda tudo silencioso, ao assobio do Catróga. Vai na volta estão todos a aprender mandarim. Sei o seguinte: prefiro Angola porque Angola ainda soa (cheira) a Portugal. E por falar em Angola, Luanda está grande, vai crescendo, devagar, aos poucos, e vão-nos chegando estas fotografias (também as recebeste SININHO? :) ), e nós ficamos felizes por vê-la maior. Eu aprendi a ficar um bocadinho mais depois da Chocolate (revista), e de me ter cruzado com quem a fez crescer mas teve de deixá-la. Olhamo-la de longe! Fotografia: Conferência de imprensa 15ª Edição da Moda Luanda, no espaço Chateau d’Ax, em Luanda (claro).

O Presidente do Parlamento Europeu criticava há dias Portugal. Dizia que o excessivo investimento Angolano no país levar-nos-ia ao declínio - o que ele estava a querer dizer é que se Angola continuar a entrar como entra no país e a desbravá-lo da maneira que desbrava (sem limites democraticamente aceitáveis; mas, atenção, porque não lhe são impostos por quem de direito), um dia, a Europa, como nação, perderá a identidade). Nada a dizer. Nem sim nem sopas. Só o seguinte: que o país perca a identidade porque uma antiga colónia PORTUGUESA está a fazer o que em tempos TAMBÉM FIZEMOS (…não foi bem assim; fizemos pior), tenho as minhas dúvidas. Afinal, de alguma forma o passado persiste; e as raízes permanecem, ainda que se lhes exija alguma atualização. Mas nem sim nem sopas, que eu não ando a discutir no parlamento europeu. Sincera e honestamente, preocupa-me mais a China, ditadura, opressão, supressão de direitos, essas coisas que todos julgamos saber mas não sabemos (ainda). E ninguém fala nisso. Aposto que na EDP anda tudo silencioso, ao assobio do Catróga. Vai na volta estão todos a aprender mandarim. Sei o seguinte: prefiro Angola porque Angola ainda soa (cheira) a Portugal. E por falar em Angola, Luanda está grande, vai crescendo, devagar, aos poucos, e vão-nos chegando estas fotografias (também as recebeste SININHO? :) ), e nós ficamos felizes por vê-la maior. Eu aprendi a ficar um bocadinho mais depois da Chocolate (revista), e de me ter cruzado com quem a fez crescer mas teve de deixá-la. Olhamo-la de longe!

Fotografia: Conferência de imprensa 15ª Edição da Moda Luanda, no espaço Chateau d’Ax, em Luanda (claro).