Palpites

Quer-me parecer que há gente feliz por denegrir a imagem dos outros. Mesmo quando essas pessoas nada lhes fizeram, esforçam-se por uma convivência pacífica e não têm interesse em rigorosamente nada do que lhes ‘pertence’. É aqui que se mede o grau de evolução (eu preferia escrever: elevação) de uma pessoa. E é aqui que se estabelecem limites e impõem barreiras: gosto de pessoas que inspirem e se deixem inspirar. E excluo do meu círculo quem não vê além da estupidez (já dizia Miguel Gonçalves Mendes na entrevista que lhe fiz que as pessoas ‘são estúpidas por natureza’). Bem vistas as coisas, não excluo. Essas pessoas não chegam sequer a entrar.