Recuperei uma foto antiga (podem vê-la também  aqui )  da minha/nossa capital para falar de três acontecimentos giros por estes dias:  
  -  Feira do Livro de Lisboa , com uma atenção especial para os autógrafos de Isabel Stilwell dia 8 de Junho às 16h30.   [  podem dizer e escrever e ralhar o que quiserem sobre a Isabel, especialmente depois da polémica da ‘geração parva’, mas… a ideia que retive dela quando lhe realizei uma entrevista em sua casa - na altura em que ainda me pagavam para entrevistar - não podia ser mais positiva;   gosto dela e do génio incisivo, sem medo da verdade, ainda que se tratem das suas - às vezes nossas - verdades;   gosto da frontalidade e sobretudo admiro o facto de não temer as palavras  ].  
  -   120 anos do nascimento de Almada Negreiros   celebrado com percurso de autocarro  . O elogio à literatura pela lembrança dos grandes - para que não caíam no esquecimento - é sempre bom e louvável. Os miúdos devem conhecê-los, os graúdos devem aprender a apreciá-los. Li algures que, errada e estupidamente [concordo], as pessoas deixaram de entender os livros como veículo de conhecimento. Deixaram de   aprender; já só se entretêm com eles.   
  Eu quero acreditar que ainda pertenço à geração que vai além disto, que procura nas páginas de um livro um desafio ao conhecimento. Que lhe acrescenta muitas vírgulas e menos pontos.  
  - O   orçamento participativo de Lisboa está de volta   e a Câmara aguarda receber propostas no âmbito cultural até ao dia 16 de Junho.   
  Que outra forma de melhorar a (qualidade de) vida na cidade se não participar ativamente na mudança? 

Recuperei uma foto antiga (podem vê-la também aquida minha/nossa capital para falar de três acontecimentos giros por estes dias:

- Feira do Livro de Lisboa, com uma atenção especial para os autógrafos de Isabel Stilwell dia 8 de Junho às 16h30. [podem dizer e escrever e ralhar o que quiserem sobre a Isabel, especialmente depois da polémica da ‘geração parva’, mas… a ideia que retive dela quando lhe realizei uma entrevista em sua casa - na altura em que ainda me pagavam para entrevistar - não podia ser mais positiva; gosto dela e do génio incisivo, sem medo da verdade, ainda que se tratem das suas - às vezes nossas - verdades; gosto da frontalidade e sobretudo admiro o facto de não temer as palavras].

- 120 anos do nascimento de Almada Negreiros celebrado com percurso de autocarro. O elogio à literatura pela lembrança dos grandes - para que não caíam no esquecimento - é sempre bom e louvável. Os miúdos devem conhecê-los, os graúdos devem aprender a apreciá-los. Li algures que, errada e estupidamente [concordo], as pessoas deixaram de entender os livros como veículo de conhecimento. Deixaram de aprender; já só se entretêm com eles.

Eu quero acreditar que ainda pertenço à geração que vai além disto, que procura nas páginas de um livro um desafio ao conhecimento. Que lhe acrescenta muitas vírgulas e menos pontos.

- O orçamento participativo de Lisboa está de volta e a Câmara aguarda receber propostas no âmbito cultural até ao dia 16 de Junho.

Que outra forma de melhorar a (qualidade de) vida na cidade se não participar ativamente na mudança?