Um ‘giro’ por Bolonha fez-me pensar que tinha regressado à época medieval. O centro é pequeno, com ruas (todas porticadas) que se estendem em lojas, cafés e esplanadas. Achei, na verdade, que estava em Modena. Mas numa dimensão um tanto ou quanto superior. Afinal, não é por acaso que estas são duas regiões ‘rivais’ da Emília Romana. 

A Fontana di Nettuno é, talvez, o principal marco da cidade; fica na Piazza Del Nettuno, onde está também, de fronte ao Palazzo Ducale, a ‘Ex Borsa’ - em 1800 e muitos faziam-se ali as transações entre os negociantes. Hoje é uma biblioteca. Roubei um bocadinho do teto para mostrar aqui… 

A Piazza Maggiore está logo ali ao lado e lá se encontra a Igreja de San Petronio, que está inacabada - na verdade, a fotografia fica muito aquém da grandiosidade daquela que foi projetada para ser maior do que a Basílica de S. Pedro (Roma). Vale a pena entrar (a fachada não fala mesmo por si) e apreciar a imensidão daquele espaço. Chega a emocionar (os mais sensíveis).

A Abbazia di Santo Stefano reúne agora quatro Igrejas - dantes eram sete numa só. Daí ser conhecida por ‘Sette Chiese’. Apetece sentar na esplanada que fica mesmo em frente. Num aperitivo.

As Torres Asinelli e Garisenda (ou torres inclinadas - a mais pequena está mesmo muito, embora aqui se veja mal) são as únicas resistentes de um conjunto de 200 que definia, em tempos longínquos, a arquitetura da cidade.

Depois, achei que devia captar as Scooters tão arrumadinhas e bem estacionadas que estavam, e tudo o que era doce que me aparecia à frente. (Itália e chocolate é uma combinação que existe a cada esquina, God!).

E… sabiam que Bolonha também tem um Maxim? Pois é. Foi lá que me sentei para aconchegar um bocadinho o estômago ao almoço. Confesso que até saiu baratinha esta focaccia quentinha de mozzarella, presunto e tomate.   

E foi isto. Amanhã estou a pé às 7 horas.

P.S - Clicar em cima das imagens para ver melhor.