Yves Saint Laurent

Descobri ontem que Yves saiu da Casa Dior (foi dispensado) porque teve de ingressar no serviço militar obrigatório, no período em que a Argélia lutava pela independência francesa. E que foi o seu companheiro, Pierre Bergé, que lhe deu a notícia e decidiu, em conjunto com o criador, dar seguimento ao seu ofício, criando uma marca própria, com o nome de Saint Laurent. Descobri ontem também que o amor entre dois homens pode ser algo admirável, se nos desvincularmos de padrões e percebermos que a base de qualquer relação é simplesmente o respeito. E a admiração. Fiquei a gostar muito de Yves, mas mais ainda de Pierre Bergé. Um ponto a favor da RTP2 pela transmissão do documentário.